sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Cavalos de Corrida




Professor tente adivinhar quem lhe dedica este grande êxito dos anos 80!
Abraço
Boas Férias

sexta-feira, 18 de junho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Plástico feito de plantas

Publicado dia: 06/09/2007 s 21:00
Fonte: CIMM, com informações de News.com.au - 22/03/2010



Pesquisadores da IBM anunciaram, na última terça-feira (16/02), terem descoberto uma maneira de fazer plástico ecológico a partir de plantas, que podem substituir o plástico prejudicial ao meio ambiente feito de petróleo.

A descoberta promete um material biodegradável feito de uma forma que economiza energia, de acordo com Chandrasekhar "Spike" Narayan, gestor de ciência e tecnologia da IBM Almaden Research Center, na Califórnia do Norte.

Pesquisadores da Almaden e da universidade de Stanford afirmam que a descoberta poderá trazer uma era de sustentabilidade para a indústria de plástico, com produtos duradouros que não lotarão os aterros.

"Esta descoberta e uma nova abordagem que utiliza catalisadores orgânicos podem levar a obter moléculas biodegradáveis e bem definidas feitas a partir de recursos renováveis de uma forma ambientalmente responsável", disse a IBM em comunicado.

A descoberta da química verde com o uso catalisadores biológicos resulta em um plástico que poderia ser reciclado várias vezes, ao invés de apenas uma vez, como é o caso do plástico derivado do petróleo, produzido com catalisadores de óxido metálico.

"Estamos explorando novos métodos de aplicação da tecnologia e os nossos conhecimentos em ciência de materiais para a criação de um futuro sustentável e ambientalmente racional'', disse o diretor do laboratório Almaden Research, Josephine Cheng.

A IBM está trabalhando, juntamente com cientistas da Arábia Saudita para colocar os plásticos ecológicos em prática na fabricação de embalagens para a indústria de alimentos.

Os pláticos feitos a partir de plantas poderiam produzir peças para a indústria automobilística a custos mais baixos que as produzidas com o material feito do petróleo.

http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/6730-plstico-feito-de-plantas

terça-feira, 1 de junho de 2010

Inquérito final

Materiais Nano-Estruturados: Um Novo Mundo a explorar

Durante estas últimas aulas teóricas (não só últimas no sentido de serem as mais recentes mas também as que permitiram encerrar este “épico” programa de química) tivemos a oportunidade de falar nos materiais nano-estruturados, isto no âmbito dos novos materiais.
Acontece que não mencionámos muito acerca destes compostos, já que não fazem necessariamente parte do programa oficial, e, sendo eu o curioso do costume, especialmente no que toca a descobertas recentes e algo exóticas, decidi investigar algumas das suas propriedades e aplicações. Compilei portanto um artigo com a informação que encontrei. Espero que seja minimamente esclarecedor, já que este assunto é relativamente complexo!

Materiais Nano Estruturados

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Identificação de Plasticos - Grupo 3



Veio um pouco mais tarde, devido a uns problemas técnicos.

Paula Rodrigues
Olga Oliveira
Teresa Vieira

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Os plasticos



Alberto
André
Daniel
Helena
Ligia

Proximamente enviaremos os videos da experiencia

terça-feira, 18 de maio de 2010

Identificação de plásticos - Grupo 2



Aqui fica o video que o nosso grupo fez sobre a actividade experimental: Identificação de plásticos.

Identificação dos plásticos - Grupo 5



Quanto ao questionário interactivo, foi-nos impossível colocar aqui a apresentação de modo a que as hiperligações necessárias funcionassem, por isso é necessário fazer o download do powerpoint. Para isso basta clicar em "view using slideshare" e na parte superior do site encontrarão um link a dizer "download".

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Grupo 1 nos Polímeros

A visita à Universidade do Minho foi, a nosso ver, bastante útil para uma melhor compreensão da matéria leccionada. Todos os processos que vimos e todas as explicações que nos foram fornecidas mostraram-se bastante importantes, pois esta área apesar de não ser muito conhecida apresenta um grande interesse e com muita utilidade nos dias de hoje.
No vídeo que apresentamos, apenas trabalhamos a parte que nos suscitou mais interesse, a Síntese de Poliuretano.


Grupo 5 - Visita ao Departamento de Polímeros da UM


— Visita ao Departamento de Polímeros da UM


Achámos a visita bastante interessante visto que nos deu a conhecer que a área de engenharia dos polímeros é, ao contrário do que aparenta (visto que raramente é falada da sua existência) uma área com bastante saída. Foi também enriquecedor o facto de termos adquirido uma visão mais prática dos assuntos de que falámos na aula, o que é bastante importante nesta matéria. Também ficámos a conhecer dois processos de moldagem dos plásticos (a extrusão e injecção), processos esses que não tínhamos abordado detalhadamente antes desta visita, e que assim ficámos agora a compreender melhor.

Ah, e claro! Também adorámos receber “brindes”! Nunca vimos gente tão contente por receber garrafas de plástico!


Visita de estudo à UM - grupo 2



A recente visita ao departamento de polímeros da UM foi, no entender do grupo, bastante pertinente e educativa. Consideramos o momento da visita adequado, isto é, já tendo abordado nas aulas alguns dos aspectos referidos na visita (principalmente na parte introdutória) tornou-se mais fácil acompanhar as explicações que nos iam sendo fornecidas.
Por outro lado, para além de termos tido oportunidade de conjugarmos os conhecimentos teóricos que detinhamos sobre o assunto com a realidade e a prática da indústria dos polímeros, podemos alcançar outros conhecimentos que, de certa forma, auxiliaram no entendimento de alguns conceitos estudados, anteriormente, nas aulas.
Acresce o facto que a visita poderá ter sido útil para aclarar algumas ideias agora que se aproxima um momento de importantes decisões…



Segue-se uma opinião pessoal acerca da visita de cada elemento do grupo:

Orlando – Nesta visita de estudo gostei especialmente da formação do poliuretano, através da reacção do poliol com o isocianato. Apesar do cheiro a textura era bastante agradável. Achei também interessante a forma como as moléculas de plásticos se rearranjavam quando sbmetidas a forças, possível de visualizar nos testes de resistência mecânica.

Pedro – Na visita à UM pude observar com especial atenção o fabrico dos polimeros produzidos. Gostei particularmente de observar a formação do poliuretano, e perceber que é possível criar um polímero com boas características isoladoras apenas com a mistura de isocianato e poliol.

Miguel – No geral gostei da visita de estudo. Achei que foi útil para ficarmos a conhecer melhor o curso em questão. O que eu mais gotstei foi da parte prática, em que se faziam os testes de resistência dos polímeros. Também gostei da reacção de síntese de poliuretano. A parte das técnicas de moldagem dos plásticos também foi interessante, porque vimos os procedimentos necessários para a criacção de objectos plásticos.

Gustavo – Em relação à visita devo dizer que o que menos me cativou foi a parte inicial que, apesar de ter tido a sua importância, na minha opinião alongou-se demasiado. No entanto, gostei de ver o funcionamento das técnicas de moldagem dos polímeros (particularmente da extrusão) e a reacção de síntese do poliuretano. Apesar da viagem pedestre até à universidade, a visita foi muito positiva.

O grupo 2

sábado, 8 de maio de 2010

Visita ao Departamento de Polimeros

A 5 de maio de 2010, decorreu a visita ao Departamento de Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho.
A princípio, assistimos a uma pequena palestra, na qual, nos foi presente uma síntese acerca desta área de engenharia, nomeadamente, provas de ingresso, conteúdo do curso, projectos em que se encontra inserido, matérias abordadas, saídas profissionais, entre outras coisas.
Seguiu-se uma visita à área de produção. Nesta podemos observar uma máquina de extrusão ou sopro, que nos pareceu muito interessante. Uma máquina de moldação sopro tem a funcionalidade de produzir garrafas através da insuflação de ar num tubo extrudido em polietileno de alta densidade, o mais curioso é que tudo parte de pequenos grãos.



Seguindo a visita, fomos ver uma outra máquina, desta vez de injecção, na qual, podemos ver vários produtos finais, como por exemplo, os lacres dos diplomas da Universidade do Minho que eram em polipropileno. Seguiu-se a visita ao departamento, era a vez de visitar os laboratórios. Começamos pelo laboratório de caracterização quimica, onde nos fizeram algumas questões como: “o que são polímeros?”,”o que são monómeros”, “o que são termoplásticos”, foi um momento muito curuioso uma vez que estudamos estes conceitos nas aulas. Neste laboratório, assistimos à formação de poliuretano, que é uma espuma rigida, esta espuma forma-se pela junção de dois reagentes, o poliol e isociato, através de uma reacção exotérmica , libertando CO2.



Nos laboratórios, fazem-se ainda testes para determinar o tipo de polímero em que uma peça é feita, através, por exemplo, da difracção de raios infravermelhos ( teste semelhante ao que realizamos na aula prática, contudo, os nossos são mais básicos e não tão precisos).
Passamos então a um outro laboratório, agora de caracterização fisica, onde assistimos a testes de tracção e impacto. Foram utilizadas provetes de polietileno de alta densidade e poliestireno. No primeiro ensaio, tracção rápida, estira-se o plástico, ou seja as moléculas deslizam entre si, e observa-se a sua resistência. O poliestireno foi o que partiu em menos tempo. No ensaio de impacto pendular, o polietileno apresentava uma resistência de tal forma elevada que é necessário fazer um entalhe, para que se possa comparar com o poliestireno. que por sua vez, parte logo, logo tem muito menor resistencia ao impacto.



A parte mais apreciada pelo grupo foi a explicação sobre o funcionamento da máquina de extrusão sopro, nomeadamente, do processo de produção de garrafas, por exemplo, a sua cor opaca era o resultado do arrefecimento lento das moléculas, caso contrário se o arrefecimento fosse mais rápido a garrafa seria transparente. Este processo é muito semelhante e pode ser comparado à cristalização dos minerais nas rochas.



A visita foi muito produtiva para uma melhor compreensão das diferenças e funcionalidades dos diferentes polímeros, os produtos finais que apresentam, as suas vantagens e desvantagens e onde podem ser aplicados nos sectores da indústria.

Realizado por Olga Oliveira, Paula Rodrigues e Teresa Vieira

Engenharia de Polímeros

A nossa visita de estudo à Universidade do Minho iniciou-se com uma palestra com 40 minutos de duração. O professor encarregue da palestra deu-nos a conhecer diversas características e curiosidades acerca dos plásticos. Muitas das noções já nos tinham sido transmitidas nas aulas de Química.


Plástico = Polímero + Aditivo

Vantagens:

  • Baixo peso;
  • Alta durabilidade;
  • Liberdade de design.


Aplicações:

  • Têxtil e Calçado;
  • Automóvel;
  • Construção civil;
  • Dispositivos médicos.

No final da palestra tivemos a oportunidade de observar diversas técnicas de moldagem e de teste de polímeros.

Extrusão

Características:

  • Processo instável;
  • Garrafas não finalizadas no molde;
  • Temperatura varia consoante o plástico.

Insere-se PEAD dentro de um cilindro que roda a altas temperaturas que permite a fusão do polímero. Seguidamente um tubo de plástico flexível (fundido) cai da extrusadora dentro de um molde. O polímero encontra-se mole, e ao inserir-se ar dentro do molde, o tubo de plástico ganha forma. Um arrefecimento lento permite a critalização e neste caso, a formação de uma garrafa branca.

Injecção

Características:

  • Temperatura varia consoante o plástico;
  • Apenas polímeros semi-cristalinos (sofrem fusão) são usados na injecção;
  • Processo de injecção = Processo de formação de rochas magmáticas cristalinas.
Polipropileno foi injectado no molde. No início a temperatura era de 150ºC, no fim a temperatura era de 230ºC. Ainda dentro do molde o polipropileno é sujeito a elevadas pressões (equivalente a 50 toneladas). Esta pressão é denominada por força de fecho.
Após sair do molde se o material se encontrar transparente está quente no interior, se se encontrar opaco encontra-se totalmente cristalizado e já frio no interior. Quanto mais grosso for o material mais tempo demora a arrefecer.


Neste processo por injecção podem ainda ser fabricados pára-choques para os automóveis ou caixotes de lixo. Por exemplo a força de fecho necessária para fabricar um caixote é equivalente a 10 000 toneladas.


Comparação entre Extrusão e Injecção:

  • Extrusão possui menor variedade geométrica de moldes;
  • Injecção é um processo mais complexo do que Extrusão;
  • Injecção trabalha de forma cíclica enquanto Extrusão trabalha continuamente;
  • Ambos os processos formam termoplásticos.

Laboratório



Caraterísticas:

  • Processo Irreversível;
  • Liberta CO2;
  • Reacção Exotérmica.

O tipo e a qualidade de Isocianeto e Polial definem a qualidade da "Espuma" (Poliuretano - que pode ser usada em isolamento de habitações ou como isolador acústico). O Poliuretano é um material termoendurecível, logo a sua reciclagem é inviável (solução é a queima).



Espetroscopia de Infravermelhos

Identificação de um material ou mistura através da radiação absorvida. O espectro absorvido é a sua " impressão digital". Os copolímeros são os plásticos mais difíceis de identificar por serem constituídos por diversos monómeros.

Máquina de Impacto




PS - Amorfo (transparente) - Ruptura frágil (canetas BIC, granadas).


PEAD - Cristalino (Opaco) - Ruptura dúctil (devido à compactação das moléculas).




Máquina de Tracção




Na máquina de tracção analisa-se a resistência mecânica do material.

Energia do pêndulo utilizado = 2J

PEAD (utilizado em escudos ou capacetes para a polícia) mais resistente ao choque do que o PS.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Extrusão e injecção de plásticos

Deixo aqui dois vídeos que pretendem explicar, esquematicamente, o funcionamento de duas técnicas de moldagem dos plásticos referidas na visita de estudo ao departamento de polímeros da UM - a extrusão e a injecção de plásticos.
Para quem não "apanhou" a explicação do instrutor, aqui fica uma ajuda:

Extrusão:




Departamento de Polímeros (UM) - Extrusão


Injecção:




Departamento de Polímeros (UM) - Injecção

Departamento de Engenharia de Polímeros da U.M.

O Departamento de Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho constitui actualmente uma pequena “empresa”, na medida em que consegue as verbas necessárias à sustentação do ensino, através da investigação e da sua aplicação no desenvolvimento tecnológico. Após a finalização do curso em causa – Engenharia de Polímeros – a taxa de alunos empregados ronda os 100%, sendo a universidade, a indústria, os centros de I&D e outros serviços exemplos de unidades de emprego.

Sendo o plástico a matéria-prima fundamental da indústria de polímeros, é imperativo mencionar algumas características deste material, como o baixo peso, a liberdade de design a que o material nos dá acesso, a boa resistência química, a alta densidade, o bom isolamento térmico, acústico e eléctrico, o reduzido ponto de fusão (aproximadamente 165oC) e por fim a inapropriada acessibilidade económica (com apenas 1,5€ adquire-se 1kg de polipropileno!), que acarreta problemas comportamentais, sendo a acumulação de resíduos de plástico um excelente exemplo disso. De facto, o plástico parece não só ter excelentes propriedades físico-químicas como também apresenta inúmeras aplicações possíveis: indústria aeronáutica, dispositivos médicos, têxtil e calçado, produção de embalagens, indústria automóvel, construção civil, componentes electrónicos e indústria de lazer (produção de brinquedos, por exemplo).

Na realização de um projecto apraz ter em atenção não só aos materiais utilizados e ao seu ciclo de vida, como também ao custo, ao processo de fabrico e às condições de serviço que estão inevitavelmente concatenadas com o produto do projecto. Tendo em conta todos estes parâmetros, o Departamento de Engenharia de Polímeros da U.M. realizou alguns projectos, entre os quais a produção de peças e moldes para a Boeing (projecto "Sonic Cruiser"), a invenção do fio agrícola "Ultra Grip" e da Botija Pluma (Galp), revestida a fibra de polipropileno - propriedade que lhe confere resistência.